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Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) representam uma das mais importantes inovações do mercado de capitais brasileiro. 

Desde sua estruturação inicial nos anos 2000 até as transformações atuais com a tokenização via blockchain e os Tokens de Investimento em Direitos Creditórios (TIDCs), o setor passou por um longo processo de evolução. 

No Talkenização, Pedro Paulo Teixeira explora desde o contexto de surgimento dos primeiros FIDCs até os avanços tecnológicos que estão revolucionando essa classe de investimento.

O surgimento dos FIDCs no Brasil

Nos anos 2000, o mercado financeiro brasileiro vivia um momento de crescimento e adaptação às novas regulamentações. 

Inspirado pelos Asset-Backed Securities (ABS) dos Estados Unidos, surgiu no Brasil a necessidade de criar um veículo que permitisse a securitização de recebíveis. 

Isso possibilitaria que empresas monetizassem suas carteiras de crédito sem impactar seus balanços.

A regulamentação que permitiu essa estruturação veio com a Instrução CVM 356, posteriormente substituída pela 175

Essa regulação abriu espaço para que bancos e empresas pudessem estruturar fundos lastreados em direitos creditórios, trazendo liquidez e diversificação ao mercado de capitais.

As primeiras estruturações e seus desafios

As primeiras operações de FIDCs no Brasil foram estruturadas por grandes bancos e envolviam ativos como recebíveis de varejistas e indústrias

Casos emblemáticos incluem a securitização de recebíveis da Sadia (hoje BRF) e do Grupo Pão de Açúcar, que movimentavam altos volumes financeiros e precisavam de mecanismos de controle robustos para garantir a segurança das operações.

Os desafios enfrentados foram diversos:

  • Infraestrutura tecnológica: Na época, a digitalização de processos era rudimentar, exigindo grande integração entre ERPs e sistemas bancários.
  • Governança e transparência: Como as empresas e investidores ainda não compreendiam bem a dinâmica dos FIDCs, havia a necessidade de educação do mercado.
  • Regulação e aceitação do mercado: Apesar de não haver grandes barreiras regulatórias, o mercado demorou a entender a importância dos FIDCs como instrumentos de captação e investimento.

A evolução com a tecnologia

Com o passar dos anos, avanços tecnológicos ajudaram a reduzir os custos e aumentar a eficiência dos FIDCs. 

A digitalização de processos e a melhoria na precificação das cotas permitiram que fundos menores pudessem ser estruturados, abrindo espaço para novos participantes, incluindo fintechs e pequenas empresas.

No entanto, ainda havia desafios como:

  • Assimetria de informações: Investidores tinham dificuldades em acompanhar a performance dos recebíveis e entender sua precificação.
  • Processos manuais e propensos a erros: Muitos dos controles ainda eram feitos em planilhas Excel, aumentando o risco operacional.
  • Alto custo para pequenas empresas: O tamanho das operações limitava a entrada de médias e pequenas empresas no mercado de FIDCs.

A revolução com Blockchain e TIDCs

A chegada da tecnologia blockchain e a tokenização por meio dos TIDCs estão promovendo uma revolução no mercado. 

Os TIDCs representam uma versão tokenizada de operações estruturadas e fundos, onde cada cota do fundo é representada por um ativo digital registrado em blockchain. 

Isso traz benefícios como:

  • Transparência total: Todos os participantes têm acesso às mesmas informações, reduzindo assimetrias e aumentando a confiança dos investidores.
  • Automatização via smart contracts: A execução de pagamentos e transferências pode ser feita automaticamente, reduzindo riscos operacionais.
  • Redução de custos: A eliminação de intermediários torna a estruturação mais acessível para pequenas e médias empresas.

Além destes, o mercado vem discutindo diversas vantagens da tokenização para o investimento em crédito.

O futuro dos FIDCs e a expansão dos TIDCs

Com a evolução tecnológica e a maior adoção do blockchain, espera-se que os TIDCs se tornem um padrão no mercado financeiro brasileiro. 

No entanto, desafios ainda existem, como:

  • Maior adoção pelos participantes do mercado: Gestoras e administradores precisam se adaptar à nova tecnologia.
  • Evolução regulatória: A regulamentação precisa acompanhar os avanços para garantir segurança e conformidade.
  • Educação do mercado: Empresas e investidores precisam entender os benefícios e funcionamento dos TIDCs para ampliar sua adesão.

A tendência é que, assim como aconteceu com os FIDCs no passado, o mercado compreenda cada vez mais as vantagens da tokenização e da blockchain, tornando os TIDCs uma ferramenta essencial para o mercado de capitais brasileiro. 

Esse movimento fica evidente pela atenção dada ao tema por órgão reguladores. A CVM já está trabalhando o tema da tokenização e o Banco Central está desenvolvendo sua infraestrutura baseada em blockchain, o Drex, por exemplo.

O futuro aponta para uma maior democratização dos investimentos, onde empresas de diferentes portes e investidores diversos poderão participar de operações estruturadas de maneira segura, eficiente e transparente.

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