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Antes de aplicar recursos em uma operação estruturada ou captar dinheiro para sua empresa, um fator precisa ser analisado com atenção: o risco de crédito

Ele é um dos principais elementos que determinam a atratividade, o custo e a segurança de qualquer operação de financiamento — e negligenciá-lo pode gerar consequências severas tanto para quem investe quanto para quem capta.

Neste artigo, vamos explicar o que é o risco de crédito, o que pode provocar esse risco, como ele afeta suas decisões de investimento, de que forma pode ser mitigado e por que a tokenização e o uso de blockchain estão se tornando aliados importantes na gestão desse risco.

O que é risco de crédito?

O risco de crédito é a possibilidade de que uma das partes envolvidas em uma operação financeira não consiga cumprir com suas obrigações de pagamento. 

Em outras palavras, é o risco de inadimplência por parte do tomador dos recursos. Esse risco está presente em qualquer operação em que haja uma promessa de devolução futura de dinheiro, como debêntures, CDBs, notas comerciais, CRIs, FIDCs ou ativos tokenizados.

O não pagamento pode ocorrer por diversas razões: problemas de fluxo de caixa, mudanças bruscas no mercado, má gestão ou até fraudes. 

E o impacto não é apenas financeiro — ele pode abalar a confiança dos investidores e comprometer todo um portfólio de investimentos, especialmente quando a exposição ao emissor é significativa.

Por isso, o risco de crédito é uma variável central na análise de qualquer ativo de renda fixa ou estruturada

Ele influencia diretamente a precificação do título: quanto maior o risco percebido, maior a taxa de retorno exigida pelos investidores como compensação.

O que pode provocar o risco de crédito?

São muitos os fatores que elevam o risco de crédito de uma operação. A fragilidade financeira da empresa é, sem dúvida, o mais evidente. 

Empresas com endividamento elevado, baixa geração de caixa ou margens apertadas são mais vulneráveis a oscilações econômicas e podem ter dificuldades para honrar compromissos.

A dependência de poucos clientes ou contratos também agrava esse risco. Quando a receita está concentrada, qualquer ruptura pode gerar um efeito dominó sobre a saúde financeira da companhia. 

Mudanças regulatórias, crises setoriais ou oscilações macroeconômicas — como alta de juros ou queda na demanda — também aumentam a chance de inadimplência.

Outro ponto de atenção é a qualidade das garantias oferecidas. Mesmo que uma operação seja estruturada com recebíveis, imóveis ou outros ativos como colateral, se esses bens forem difíceis de executar ou mal avaliados, o investidor pode não conseguir recuperar os valores investidos em caso de inadimplência.

Como o risco de crédito impacta os investimentos?

Ao escolher um ativo para compor sua carteira, o investidor precisa avaliar não apenas o retorno prometido, mas também o risco embutido. 

O risco de crédito afeta diretamente a estratégia de diversificação. Concentrar investimentos em poucos emissores ou setores com baixa resiliência pode colocar em risco todo o portfólio. 

Em fundos estruturados, como FIDCs ou CRIs, o risco é compartilhado entre os cotistas, mas sua intensidade pode variar conforme a estrutura da operação — especialmente em casos de cotas subordinadas e sêniores.

Para o investidor, o desafio está em encontrar o equilíbrio entre rentabilidade e segurança. Nem sempre o retorno mais alto é o melhor caminho, especialmente se não houver mecanismos claros de mitigação do risco de crédito.

Como mitigar o risco de crédito?

Mitigar o risco de crédito não significa eliminá-lo, mas sim adotar práticas e estruturas que reduzam sua intensidade ou aumentem a previsibilidade de retorno

O primeiro passo é a análise de crédito: entender o histórico do emissor, sua capacidade de pagamento, seu setor de atuação e a consistência de sua geração de caixa.

Além disso, a forma como a operação é estruturada pode fazer muita diferença. Títulos que contam com garantias reais, como recebíveis de cartão, duplicatas ou imóveis, oferecem mais segurança aos investidores. 

Fundos com cotas subordinadas funcionam como um amortecedor de perdas para os investidores sêniores. E operações com travas, contas segregadas e auditoria independente ajudam a reduzir o risco operacional.

Outro fator essencial é a diversificação. Espalhar os investimentos entre diferentes emissores, setores e tipos de ativo reduz a exposição a inadimplências pontuais e aumenta a resiliência da carteira. 

A pulverização também pode ser aplicada à própria estrutura da captação, permitindo que empresas com diferentes perfis acessem investidores conforme o grau de risco que estão dispostos a assumir.

Como blockchain e tokenização ajudam a reduzir o risco?

A adoção de tecnologias como blockchain e tokenização de ativos tem trazido ganhos importantes para a gestão do risco de crédito

A maior contribuição está na transparência: quando todas as movimentações e pagamentos de uma operação estão registrados em blockchain, as informações ficam disponíveis, imutáveis e auditáveis por qualquer participante.

Isso reduz assimetrias de informação e dá ao investidor mais controle sobre sua análise de risco. 

A tecnologia também permite automatizar processos por meio de smart contracts, como repasses de juros, bloqueio de garantias ou pagamentos a cotistas. Com isso, há menos espaço para falhas humanas ou desvios operacionais, que muitas vezes agravam os riscos já existentes.

Além disso, a tokenização permite fracionar ativos e torná-los acessíveis a um público mais amplo. 

Isso facilita a diversificação da carteira e reduz o impacto de uma eventual inadimplência individual. Plataformas de ativos digitais também têm implementado mecanismos de rating automatizado e monitoramento contínuo da saúde financeira dos emissores.

Para empresários que estão estruturando captações, essa transparência tecnológica também é positiva. 

Quanto menor for a percepção de risco por parte dos investidores, melhores serão as condições de financiamento — e maior será a chance de fechar uma operação com sucesso.

O risco de crédito não precisa ser um problema

Entender o risco de crédito é essencial para quem quer investir de forma consciente ou captar recursos com eficiência. 

Ele é uma realidade do mercado — não há como ignorá-lo —, mas pode ser enfrentado com análise, estruturação adequada e, cada vez mais, com apoio da tecnologia.

Investidores atentos sabem que rentabilidade e risco caminham juntos. O segredo está em escolher operações bem estruturadas, com garantias sólidas, informações transparentes e emissores confiáveis. 

E com a chegada da tokenização, esse tipo de avaliação está se tornando mais acessível, automatizada e segura.

Mais do que evitar riscos, o papel do investidor ou do empresário é entender a natureza do risco de crédito e fazer com que ele trabalhe a favor da sua estratégia.


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